Ainda o Irã
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China) e a Alemanha propuseram ao Irã um pacote de incentivos/punições para que o país dos aiatolás abandonasse o processo de enriquecimento de urânio que vinha desenvolvendo a algum tempo e que muito incomodava à AIEA e às potências referidas.
O Irã imprecou contra a proposta. Deblaterou, xingou, acusou. As potências e a Agência não teriam o direito de se imiscuir em seus assuntos internos. O Irã, governado pelos próprios representantes de Deus na Terra, por Sua vontade, não se curvaria a humilhações impostas pelos caninos satãs ocidentais e não ocidentais, pelos abomináveis infiéis marginais ao maravilhoso, sublime Islã, que, ele sim, é perfeito e não erra jamais. Disse que jamais responderia a essa infâmia de cachorros.
O tempo foi passando. A pressão sobre o regime divino aumentando. Houve o ataque israelense ao Hezbollah, filho dileto e braço armado avançado dos aiatolás. A pressão externa apertando cada vez mais. O ultimato ao regime celestial, representado pela Resolução do Conselho de Segurança da ONU, embora mitigado por não relacionar as sanções, foi lançado, com prazo até 31 de agosto.
O Irã como que se suavizou um pouquinho: disse que estava em seus planos dar uma resposta ao pacote inicial em 22 de agosto, que hoje chegou.
A mídia informa que a resposta foi dada pelo Irã, que confirma, falando grosso e deixando perceber que será negativa, desprezando o conteúdo do pacote.
Nada sei ainda. Não consegui até agora o texto iraniano. Vamos ver como será.
O prazo até o dia 31 se aproxima velozmente.

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